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Domaine Tortochot Gevrey-Chambertin Vieilles Vignes 2017
Refinado, poderoso e ainda assim elegante e sedoso, este é o clássico Gevrey, de safra excelente

Domaine Tortochot Gevrey-Chambertin Vieilles Vignes 2017
Refinado, poderoso e ainda assim elegante e sedoso, este é o clássico Gevrey, de safra excelente

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Características

Sobre o produto

A verdadeira mágica dos tintos da Borgonha é quando abrimos a garrafa e sentimos que estamos em uma floresta comendo um punhado de cerejas perfeitamente maduras.

Clássico Gevrey-Chambertin, como este, das vinhas velhas de Domaine Tortochot, convoca essa mágica da floresta melhor do que talvez qualquer outra denominação na Côte d’Or.

Buscamos Gevrey quando queremos uma expressão poderosa, mais impactante e mais "masculina" da Pinot Noir da Borgonha, e esta - feita por uma produtora mulher, aliás - cumpre essa promessa. Porém, neste seu vinho da 2017, a Chantal Tortochot conseguiu conferir a essência da safra - elegância.

As geadas no início do ano reduziram muito a quantidade de uvas, porém a qualidade da fruta colhida em 2017 foi estupenda.

Este vinho, de mínima intervenção, vinhas velhas (algumas com até 60 anos de idade) e de cultivo orgânico (costume já há muito tempo na Borgonha) é a prova.

O vinho passou por 14 meses em barrica de carvalho sendo apenas 25% barrica nova.

Na taça perceberá um vermelho rubi brilhante, indo para granada na borda. No nariz sentimos cerejas selvagens, ainda não maduras, cranberry também, bastante.

Ao degustar o vinho estava fechada, entregava muita fruta vermelha, bastante cranberry, porém uma austeridade que demanda tempo no decanter. Gevrey não é para tomar jovem, facilmente aguenta 10 - 20 anos na adega, este só começou a abrir após 30m no decanter.

Que maravilha de vinho. Após um descanso começa a virar veludo na taça, cereja sedosa, lembranças de amarena em calda, cardamomo, traços de chocolate branco, acidez perfeita, quase nada de tanino, uma acidez elegante que nada sobrepõe. Mostra sua coluna reta e séria, um Pinot Noir que comanda presença, porém com maior finesse.

A evolução na taça ao longo de horas é impressionante, um ótimo sinal para uma longa vida para frente. Recomendo deixar na adega por 3-4 anos antes abrir, mais se possível, porém se não puder resistir, decantar no mínimo uma hora antes servir (2 horas melhor).
A harmonização perfeita para boeuf bourguignon, ou pratos mais exóticos com coelho ou carne de caça, um ragu de javali ou cordeiro, pato defumado, ou carneiro.

História

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