TECEDEIRAS “LILÁS” BRANCO DOURO 2020

Douro, Portugal
Douro, Portugal

TECEDEIRAS “LILÁS” BRANCO DOURO 2020

Um branco do Douro que, sem ter visto qualquer madeira, exala perfume de flores frutas tropicais. Encantador, não à toa foi avaliado com 91 Pts.

Selos e premiações

  • AD 91

Harmonize com

  • PeixesPeixes
  • VegetarianosVegetarianos
  • Frutos do marFrutos do mar
  • QueijosQueijos

Melhor custo/benefício

Quantidade
Vendido e entregue por: Sonoma Market

Teor Alcoólico

12.50%

Descanso

10 min

Temperatura

12.00 °C

Uva/Corte

  • Códega do Larinho
  • Viosinho
  • Arinto

Sobre o produto

Assinado pela histórica Quinta das Tecedeiras, o “Lilás” é um vinho branco jovem e refrescante, feito a partir de um corte de uvas tradicionais do Douro e que não viu qualquer madeira.


Pela cor, já é possível notar sua delicadeza. O amarelo palha que brilha à taça é quase translúcido e ganha reflexos esverdeados entre uma girada e outra.


No nariz, é complexo e tem boa intensidade, exala o perfume de flores amarelas, ervas frescas, frutas tropicais, cítricas e brancas. Lírios, lavandas, capim limão, pera, limão siciliano e kiwi seduzem o nariz e conquistam o paladar com leveza, acidez mineral acentuada e final equilibrado.


Simplesmente delicioso, um vinho para refrescar um dia quente e ensolarado. Melhor ainda se acompanhado de fish and ships, lula à provençal ou queijo brie.


91 pontos - Adega

Este é um corte de uvas brancas tradicionais da região do Douro, sem passagem por madeira. Apresenta notas de frutas brancas e cítricas de perfil mais maduro, florais e de ervas, que se confirmam na boca. Equilibrado e gostoso de beber, tem acidez aguda, ótima textura e final refrescante, com toques de flor de limoeiro e salinos.

História

A Quinta das Tecedeiras está inserida na paisagem duriense, Patrimônio Mundial da UNESCO. Mais precisamente na Ervedosa do Douro, a cerca de 100 metros na margem esquerda do Rio Douro. No passado, a Quinta era habitada por freiras e monges, e por lá se praticava o cultivo de linho e a criação de bicho-da-seda.


As freiras teciam o linho e vendiam a produção, por isso a propriedade foi batizada com esse nome. No final do século XIX, com a morte das vinhas provocada pela filoxera, a propriedade sobreviveu graças à produção de azeites e frutas.


Com o ressurgimento dos vinhedos do Douro, foi possível recuperar algumas parcelas originais dos vinhedos, bem como começar uma nova plantação. Outras parcelas passaram então a ser dedicadas ao cultivo de olivas, enquanto uma parte final permaneceu abandonada.


Hoje, ao visitar a Quinta é possível ver a bela simbiose entre vinhedos novos e antigos, bem como o vasto olival.

Whats App Message