TECEDEIRAS LILAS ROSE DOURO DOC 2020

DOC Douro, Portugal
DOC Douro, Portugal

TECEDEIRAS LILAS ROSE DOURO DOC 2020

A Quinta das Tecedeiras está inserida na paisagem duriense, Patrimônio Mundial da UNESCO. Mais precisamente na Ervedosa do Douro, a cerca de 100 metros na margem esquerda do Rio Douro. No passado, a Quinta era habitada por freiras e monges, e por lá

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Melhor custo/benefício

Quantidade
Vendido e entregue por: Sonoma Market

Teor Alcoólico

12.00%

Temperatura

12.00 °C

Uva/Corte

  • Touriga Franca
  • Tinta Roriz
  • Touriga Nacional

Sobre o produto

Muito tradicional no Douro, a Quinta das Tecedeira produz vinhos que são a expressão máxima da região, sempre permitindo que tradição e modernidade andem lado a lado para elaborar vinhos de alta qualidade.


Este Branco foi elaborado a partir de um blend de Arinto, Códega do Larinho e Viosinho, cultivadas em vinhedos plantados às margens do Rio Douro, onde os solos são de xisto, com exposição solar norte e oeste, e altitude entre 90m e os 190m.


Os frutos são selecionados e colhidos à mão. Após prensagem suave a fermentação acontece em cubas de aço inox, onde o vinho estagia em contato com borras finas por 4 meses, sendo filtrado antes do engarrafamento.


Em taça apresenta cor amarela bem clarinha com reflexos esverdeados, já se mostrando jovem e intenso no nariz. Tem um lado floral que se destaca de imediato, seguido de aromas de frutas como lichia e abacaxi. Tem um toque muito cítrico e algumas nuances herbáceas, que lhe conferem muito frescor.


No palato é seco, sério, carregado de uma acidez fresca envolta em mineralidade abundante e com um perfil mais cítrico do que no nariz. Tem final elegante, persistente e muito refrescante. Recomendamos harmonizar com saladas, queijo de cabra ou até para acompanhar um acarajé. 89 Pontos - Robert Parker

História

A Quinta das Tecedeiras está inserida na paisagem duriense, Patrimônio Mundial da UNESCO. Mais precisamente na Ervedosa do Douro, a cerca de 100 metros na margem esquerda do Rio Douro.


No passado, a Quinta era habitada por freiras e monges, e por lá se praticava o cultivo de linho e a criação de bicho-da-seda. As freiras teciam o linho e vendiam a produção, por isso a propriedade foi batizada com esse nome.


No final do século XIX, com a morte das vinhas provocada pela filoxera, a propriedade sobreviveu graças à produção de azeites e frutas. Com o ressurgimento dos vinhedos do Douro, foi possível recuperar algumas parcelas originais dos vinhedos, bem como começar uma nova plantação.


Outras parcelas passaram então a ser dedicadas ao cultivo de olivas, enquanto uma parte final permaneceu abandonada. Hoje, ao visitar a Quinta é possível ver a bela simbiose entre vinhedos novos e antigos, bem como o vasto olival.

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