CHÂTEAU COUTET 1ER GRAND CRU CLASSÉ SAUTERNES BARSAC 2016 (375ML)

Bordeaux, França
Bordeaux, França

CHÂTEAU COUTET 1ER GRAND CRU CLASSÉ SAUTERNES BARSAC 2016 (375ML)

97 Pontos para este Grand Cru Classé de Barsac, que tem estilo “luxuoso” e “opulento” e é “impossível de resistir”, segundo Jeb Dunnuck. Grand aposta para a adega de colecionadores!

Selos e premiações

  • JD 97
  • JS 95
  • RP 94
  • WE 97

Harmonize com

  • QueijosQueijos
  • SobremesasSobremesas

Melhor custo/benefício

Quantidade
Vendido e entregue por: Sonoma Market

Teor Alcoólico

13.50%

Descanso

30 min

Tempo de Barrica

18 meses

Temperatura

10.00 °C

Uva/Corte

  • Muscadelle
  • Semillon
  • Sauvignon Blanc

Sobre o produto


Eis o primeiro Barsac que destacamos aqui, no Sonoma. E não poderia ser qualquer Barsac. Este foi produzido por uma propriedade histórica, um dos Grand Cru Classé da região, segundo a classificação de 1855, e em uma safra espetacular, que arrancou 97 Pontos (e mais) pelos maiores críticos de vinhos do mundo.

O ano de 2016 teve um verão particularmente seco, com chuvas leves e espaçadas apenas durante o mês de agosto. Na última semana de setembro, o nevoeiro se formou sobre a região, quando as uvas foram acometidas pela Botrytis cinerea (fungo causador da “podridão nobre”, assim como a vizinha Sauternes e Tokaj).

Feito no corte de Sémillon, Sauvignon Blanc e Muscadelle, o vinho estagiou por 18 meses em barricas de carvalho francês, onde ganhou ainda mais complexidade e polidez.

Do dourado à taça, exala perfume encantador e complexo de casca de laranja e limão, abacaxi em calda, pêssego e gengibre cristalizado, marzipã, toques de baunilha, marmelada, manga, mamão verde, brioche e nuances minerais.

Tem paladar generoso, denso e untuoso. Passa desfilando sabores adocicados e minerais pela língua e deixando acidez acentuada, que confere ao vinho potencial para ser armazenado por duas décadas ou mais na adega.

Grande expressão de Barsac, digna de momentos inesquecíveis à mesa. Melhor ainda se acompanhado por torta de noz-pecã, panacota de marmelada ou marzipã.


97 Pontos - Jeb Dunnuck

Um dos principais vinhos doces neste relatório é o Château Coutet 2016, que apresenta o estilo luxuoso e opulento da safra, bem como uma pureza emocionante e boa acidez. Abacaxi, flores brancas, pêssego açucarado e notas de mel surgem neste Barsac encorpado, em camadas e equilibrado, que já é impossível de resistir, mas evoluirá graciosamente por mais de duas décadas.

97 Pontos - Wine Enthusiast

Este vinho é denso, misturando o picante da noz-moscada com sabores soberbamente maduros de mel e marmelada. Com sua acidez equilibrada e opulência, ele será um grande vinho.

95 Pontos - James Suckling

O vibrante caráter de frutas tropicais em coulis chama atenção para este Barsac concentrado e elegante. Em seguida, a acidez refrescante e uma onda de limão e caráter mineral se destacam, levando o final na direção do horizonte. Beba agora ou guarde para o futuro.

94 Pontos - Robert Parker’s Wine Advocate

De cor amarelo-pálido, o Château Coutet 2016 revela belos aromas de marmelada, gengibre cristalizado e torta de limão com toques de marmelada de limão e compota de pêssego. Encorpado, rico e verdadeiramente sedutor, possui uma acidez vívida que corta as camadas doces e densas, em um final epicamente longo.

História

O Château Coutet, Grand Cru Classé de Barsac, segundo a classificação de 1855, tem história secular, começando as suas atividades vitivinícolas em 1643, quando Charles Le Guérin, conhecido como o Lord de Coutet, plantou as suas primeiras vinhas. O vinho era muito reconhecido na França, sendo considerado por Thomas Jefferson, terceiro presidente dos Estados Unidos e grande apreciador de vinhos, “o melhor Sauternes em Barsac”.

A propriedade foi adquirida em 1788 por Gabriel-Barthelemy Romain de Filhot, sendo depois herdada por seu neto Marquis Romain-Bertrand de Lur-Saluces, também proprietário do Château d’Yquem. Em 1920, o Château foi comprado pelo industrial Henry-Louis Guy, sendo depois vendido para Marcel Baly e seus filhos Philippe e Dominique, que renovaram as vinhas e as instalações vinícolas. Em 1994, passou a integrar a Baron Philippe de Rothschild, sendo a enologia aconselhada pela equipe técnica do Château Mouton Rothschild.

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