QUINTA DAS TECEDEIRAS “FLOR DAS TECEDEIRAS” BRANCO 2018

DOC Douro, Portugal
DOC Douro, Portugal

QUINTA DAS TECEDEIRAS “FLOR DAS TECEDEIRAS” BRANCO 2018

Um aromático Douro Branco, de vinhas cultivadas às margens do rio, recheado de frescor e mineralidade.

Selos e premiações

  • RP 89

Harmonize com

  • Frutos do marFrutos do mar
  • QueijosQueijos

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Teor Alcoólico

13.00%

Temperatura

12.00 °C

Uva/Corte

  • Códega do Larinho
  • Viosinho
  • Arinto

Sobre o produto

Muito tradicional no Douro, a Quinta das Tecedeira produz vinhos que são a expressão máxima da região, sempre permitindo que tradição e modernidade andem lado a lado para elaborar vinhos de alta qualidade.

Este Branco foi elaborado a partir de um blend de Arinto, Códega do Larinho e Viosinho, cultivadas em vinhedos plantados às margens do Rio Douro, onde os solos são de xisto, com exposição solar norte e oeste, e altitude entre 90m e os 190m.

Os frutos são selecionados e colhidos à mão. Após prensagem suave a fermentação acontece em cubas de aço inox, onde o vinho estagia em contato com borras finas por 4 meses, sendo filtrado antes do engarrafamento

Em taça apresenta cor amarela bem clarinha com reflexos esverdeados, já se mostrando jovem e intenso no nariz. Tem um lado floral que se destaca de imediato, seguido de aromas de frutas como lichia e abacaxi. Tem um toque muito cítrico e algumas nuances herbáceas, que lhe conferem muito frescor.

No palato é seco, sério, carregado de uma acidez fresca envolta em mineralidade abundante e com um perfil mais cítrico do que no nariz. Tem final elegante, persistente e muito refrescante.

Recomendamos harmonizar com saladas, queijo de cabra ou até para acompanhar um acarajé.

89 Pontos - Robert Parker

História

A Quinta das Tecedeiras está inserida na paisagem duriense, Patrimônio Mundial da UNESCO. Mais precisamente na Ervedosa do Douro, a cerca de 100 metros na margem esquerda do Rio Douro.

No passado, a Quinta era habitada por freiras e monges, e por lá se praticava o cultivo de linho e a criação de bicho-da-seda. As freiras teciam o linho e vendiam a produção, por isso a propriedade foi batizada com esse nome.

No final do século XIX, com a morte das vinhas provocada pela filoxera, a propriedade sobreviveu graças à produção de azeites e frutas. Com o ressurgimento dos vinhedos do Douro, foi possível recuperar algumas parcelas originais dos vinhedos, bem como começar uma nova plantação.

Outras parcelas passaram então a ser dedicadas ao cultivo de olivas, enquanto uma parte final permaneceu abandonada. Hoje, ao visitar a Quinta é possível ver a bela simbiose entre vinhedos novos e antigos, bem como o vasto olival.

Gustavo Jazra

Curador(a)

Gustavo Jazra
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